Home office: os desafios do trabalho remoto após 1 ano de pandemia

As adversidades impostas pelo período pandêmico permitiu tornar o home office uma realidade; com os benefícios do trabalho remoto muitas empresas devem adotar no período pós-pandemia um modelo híbrido de trabalho

De acordo com estudo realizado pela Mckinsey Global, muitas empresas devem adotar no período pós-pandemia um modelo de trabalho híbrido, contudo apenas para uma pequena parcela dos trabalhadores com maior escolaridade e capacitação. O estudo foi realizado em nove países, envolvendo 2 mil atividades e 800 profissões.

Segundo o levantamento, 20% dos entrevistados poderiam atuar remotamente de três a cinco dias por semana com igual eficiência se estivessem em um escritório. Isso significaria de três a quatro vezes mais pessoas no sistema de tele trabalho do que antes da pandemia com reflexos diretos nos centros urbanos, por exemplo, nas áreas de transportes e de consumo.

 

Contudo, o estudo aponta que mais da metade dos trabalhadores têm pouca ou nenhuma oportunidade de seguir no formato remoto, pois muitas profissões requerem colaboração de outras pessoas ou manuseio de máquinas. Em geral, atividades com menor remuneração, acentuando a desigualdade social. 

O potencial para trabalho remoto é determinado por tarefas e atividades ao invés de ocupações, logo, o trabalho remoto traz desafios para funcionários e empregadores. Por um lado as empresas tentam desenvolver ações para apoiar os funcionários neste processo, por sua vez os colaboradores buscam equilibrar as atividades do emprego e as tarefas do lar.

Uma boa experiência no home office ou tele trabalho depende da combinação das atividades realizadas em cada profissão de acordo com o seu contexto físico e interpessoal. Ao longo da pandemia, as empresas descobriram que embora algumas tarefas possam ser feitas remotamente, atividades como: aconselhamento e relacionamentos com clientes e colegas são muito mais eficazes pessoalmente. Logo, a integração remota precisa ser repensada para alcançar os mesmos resultados obtidos com a atividade presencial. 

Esse desafio, ferramentas como o Instant Cloud, plataforma em nuvem de comunicação corporativa e contact center da Instant Solutions, são boas saídas para a melhoria da comunicação entre clientes e colaboradores, já que permite, de forma prática, uma integração dos serviços e soluções de voz, chat, chatbot, voicebot e IA (inteligência artificial).

Já o relatório produzido pela Buffer aponta que o trabalho remoto cresce mundialmente. A pesquisa entrevistou 2,3 mil pessoas que atuam de casa por escolha e em decorrência da pandemia. Dos entrevistados 45% deles seguem remotamente devido a Covid, no entanto, eles demonstram interesse no formato híbrido no pós-pandemia;  97% dos participantes da pesquisa recomendam o trabalho remoto. 

 

 

 

 

 

 

 

A flexibilidade é apontada como principal benefício do trabalho remoto com 32% seguido por trabalhar em qualquer local com 25%. Por outro lado, a maior dificuldade apontada por 27% dos entrevistados é em relação a se desconectar do trabalho, seguido por dificuldades com colaboração (16%) e solidão (16%).

 

 

 

 

 

 

 

 

45% dos entrevistados trabalham remotamente em decorrência da pandemia; 46% desse número, disseram que sua empresa planeja permitir trabalho remoto permanentemente. Apenas 16% dos entrevistados tinham certeza de que sua empresa não permitiria trabalho remoto permanentemente, enquanto outros 38% ainda estavam incertos. 

Quando questionados sobre a principal mudança, 41% indicaram que sua colaboração e comunicação foram as que mais mudaram, uma vez que as reuniões presenciais migraram para o on-line. Já 22% disseram que apenas sua localização mudou, seguido por 20% que relataram alteração na carga horária.

Ambos os grupos relataram como dificuldade principal não ser capaz de se desconectar. 13% daqueles que optaram pelo trabalho remoto classificou entre as dificuldades a comunicação e colaboração e 20% o grupo entrevistado em decorrência da pandemia. A diferença faz sentido, uma vez que os indivíduos que estavam remotos antes de 2020 provavelmente tinham uma rotina estabelecida, enquanto aqueles em transição para o trabalho remoto tiveram que se adaptar.

Para aqueles que atuavam remotamente antes da pandemia, 17% apontaram a solidão como principal dificuldade. Isso pode ser explicado pelo fato de que as equipes que estavam juntas em um escritório antes da pandemia provavelmente permaneceram no mesmo fuso horário, mesmo depois de mudarem para o trabalho remoto.

As empresas estão descobrindo que embora algumas tarefas possam ser feitas remotamente, atividades como relacionamentos com clientes e colegas são muito mais eficazes pessoalmente. Logo, a integração remota precisa ser repensada para alcançar os mesmos resultados obtidos com a atividade presencial.

Ao investir em comunicação corporativa as empresas investem também em seus colaboradores. Optar por ferramentas personalizáveis como as da Instant, que otimizam a gestão do quadro de colaboradores é uma ótima forma de aumentar a produtividade, melhorar a satisfação da equipe e fazer escolhas mais assertivas para o negócio. 

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